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segunda-feira, junho 30, 2014

Depósito

Numa fila de um banco, na tarde de hoje, perdi quase meia hora para depositar um cheque. Somada outra meia hora nos correios (e começo a encanitar que por lá me tentem impingir coisas que nunca pensei nem penso comprar), bem como o calor da tarde, fiquei num estado de pré-fúria. 

Ao assinar a papelada, quando chegou o almejado momento do depósito, lembrei-me dos tempos longínquos em que fui funcionário da Caixa Geral de Depósitos e da regra que então ouvi de um colega mais velho:

- Ó Seixas, aprenda-me bem isto: para depositar, aceita-se em papel de cartucho. Para levantar paínço, isso já fia mais fino!

Em Belém

Entrei no palácio de Belém, pela primeira vez, em início de maio de 1974 (foi há muito tempo: maio ainda se escrevia com maiúscula). Tinha a...