sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O meu comissário

Quem quer que venha a ser indicado, este é, e será sempre, o meu comissário.

7 comentários:

Eduardo Saraiva disse...

Post oportuno, com um cheirinho a humor (político).

Anónimo disse...

Já lá vão dois. Resta-me, provavelmente, reler os poemas do pai do dito cujo, com sabor neo-realista alentejano, de seu nome José António Moedas, que andou pelo "Diário do Alentejo".

Anónimo disse...

Eu, se me permite copiar a sua ideia
optaria pelo comissário Maigret.
Gostei muito da sua conversa na
RTP, com Ana Sousa Dias. Também
realço o seu charme!
Gostei muito.
M.Júlia

Anónimo disse...

Acho optimo, aprovo e talvez em espirito Maigret/Jean Gabin possam aconselhar...

A Penguin esta a reeditar os 75 Maigrets que tenho vindo a comprar e reler. Um dos ultimos "O cao amarelo" nem me lembro de ja ter lido. Mas, continuando nos espiritos, o cao amarelo da novela poderia tambem ajudar com alguns conselhos caninos para contrabalancar tanta opiniao asinina que por ai vai.

Saudades de Londres

F. Crabtree

Anónimo disse...

F. Crabtree é um portento. O Sr. Embaixador conhece-o? Pode dar-nos umas dicas sobre ele? Uns pós de biografia... Bem podiam ter-se lembrado dele para Bruxelas, ainda que para um cargo , não, um carguinho. Agora já se entende a suspense do anuncia/não anuncia. Por mim, abrenuntio (ainda sei umas coisas de latim, que não meramente o de igreja

Tib disse...

Confesso que também penso que esse Sr. daria um óptimo comissário.

Anónimo disse...

Homem de um so parecer
d'um so rosto, uma so fé
d'antes quebrar, que torcer
Ele tudo pode ser
mas de corte Homem não é.

Francisco de Sa de Mirada.