Nesta vida de reformado, gabo-me de não ter rotinas. Mas minto. Tenho uma: ir aos sábados almoçar um bacalhau à minhota à Imperial de Campo de Ourique. Quando repito a falta à mesa, o João telefona a saber de mim.
A Imperial tem, invariavelmente, vinho da casa, em jarro. Tem havido de tudo. Por muito tempo, andou pela região de Alenquer. Há uns anos, anunciou-me: "Este é de uma prima da Ermelinda de Freitas!". Não me convenceu. Hoje, tinha um belo tinto de Santa Marta de Penaguião. Aproveitem.

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