Utilizo o vocativo de norma, que aprendi quando andei pela bancada governativa, para deixar expressa a imensa tristeza cívica que me deixa o facto de alguém (ou "alguéns") ter "bufado" para o exterior da Comissão parlamentar, em que foi ouvido o Chefe do Estado-Maior do Exército, o essencial do que foi dito, sobre uma matéria da maior delicadeza, num contexto que o respetivo presidente da Comissão havia previamente qualificado em absoluto como de "reservado".
Que tristeza!