quarta-feira, abril 05, 2017

Justiça

Não sou jurista, mas acho muito estranho o que se passou com o processo Dias Loureiro/Oliveira Costa.

Não se conseguem provas capazes para formular uma acusação, mas deixa-se no ar a convicção - que se sabe confortavelmente consonante com o sentimento público - de que houve um crime. E a justiça "sangra-se em saúde".

Desta maneira, de facto, é muito fácil "fazer justiça".

"A Arte da Guerra"

Esta semana, em "A Arte da Guerra", António Freitas de Sousa e eu havíamos de falar de quê?  Ver aqui .