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quinta-feira, setembro 01, 2016

O "whataboutism"

Os anglo-saxónicos (que raio de fórmula para o que antes eram, simplesmente, os ingleses) criaram um belo conceito, quase que diria que dedicado ao espírito português: o ""whataboutism". Entre nós poderia ser traduzido por "e-atão-o?".

O "whataboutism" é a imparável tendência para, quando argumentamos com uma coisa, nos virem logo com outra. Fala-se dos erros dos gestores do PS na Caixa e, logo, os "pêesses" saem com "e então os do PSD?", como se os pecadilhos de uns pudessem absolver os dos outros.

Há minutos, coloquei no Facebook uma graça estival aos juristas, categoria em que tenho quase mais amigos do que pessoas conhecidas. De imediato, surgiram reações, algumas façanhudas outras com "fairplay", contra os diplomatas, até com exegeses curriculares em apoio. 

Que ferro!, como diria o Eça, bacharel de direito e diplomata nas horas (felizmente) vagas da escrita. 

Ambiguidade

Corre por aí um modelo para ninguém perder a face na questão da Gronelândia.  Os EUA obteriam a propriedade das bases no território, o qual ...