É quase meia noite. A antiga ministra das Finanças continua a ser ouvida na Comissão de Inquérito sobre o caso Banif.
Com a maior sinceridade, continuo a não perceber: por que razão este tipo de trabalho não se faz nas horas normais de "expediente"? Tratando-se de um assunto do passado, cuja clarificação não ficaria prejudicada por uma semana a mais ou a menos de debate, que necessidade há de estar a criar olheiras aos deputados? É para dramatizar? É para a agenda mediática? Qual é a pressa?