Sou geralmente muito cético em relação à valia dos programas de televisão através dos quais emergem novas "estrelas" da música. A experiência mostra que, com escassíssimas excepções, esses jovens ídolos acabam por constatar que a vida na música profissional é muito mais incerta e precária do que o sonho que alimentaram e pelo qual muitos abandonaram, entretanto, os estudos.
Porque o último "ídolo" eleito, Filipe Pinto, é um estudante de engenharia da UTAD, a universidade a cujo Conselho Geral presido, faço uma pausa no meu ceticismo e aqui lhe deixo um sincero voto de grande sucesso.
