"What's good for the country is good for General Motors, and vice-versa" - disse um dia, para a História, Charles E. Wilson, antigo presidente da General Motors e, mais tarde, responsável pela pasta da Defesa nos Estados Unidos.Ao ler-se hoje, em toda a grande imprensa americana, uma patética carta do sucessor de Wilson aos actuais clientes da empresa, no dia em que se consagra a sua falência e a aquisição de parte por uma obscura firma chinesa, não podemos deixar de reflectir nas partidas que o destino pode pregar àquele que já foi um dos grandes emblemas da América.