Bartolomeu Cid dos Santos, em 1988, representava-se assim: grave e façanhudo. Era não o conhecer!
O Bartolomeu era uma pessoa de alegria contagiante, com uma gargalhada generosa que a vida partilhada com a Fernanda só veio ampliar. Tinha um olhar adolescente sobre os dias e uma solidariedade natural para com o mundo e as suas criaturas.
O autorretrato que fez nesta gravura não é bem um autorretrato: é uma declaração de ironia, servida com o sorriso íntimo de quem não se leva demasiado a sério. Grave e façanhudo, o Bartolomeu! Pois, pois!
A partir de hoje, de terça a domingo, de maio a outubro, a Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, acolhe uma exposição dedicada a esta figura genial da gravura portuguesa, que nos deixou em 2008 com 77 anos.
A iniciativa é da Fundação Dom Luiz, que teve o extremo bom gosto de adquirir parte importante da sua obra.
Vale a visita, garanto!
O Bartolomeu era uma pessoa de alegria contagiante, com uma gargalhada generosa que a vida partilhada com a Fernanda só veio ampliar. Tinha um olhar adolescente sobre os dias e uma solidariedade natural para com o mundo e as suas criaturas.
O autorretrato que fez nesta gravura não é bem um autorretrato: é uma declaração de ironia, servida com o sorriso íntimo de quem não se leva demasiado a sério. Grave e façanhudo, o Bartolomeu! Pois, pois!
A partir de hoje, de terça a domingo, de maio a outubro, a Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, acolhe uma exposição dedicada a esta figura genial da gravura portuguesa, que nos deixou em 2008 com 77 anos.
A iniciativa é da Fundação Dom Luiz, que teve o extremo bom gosto de adquirir parte importante da sua obra.
Vale a visita, garanto!

