"Ó senhor doutor! Só telefona agora? Temos a casa cheia. Mas, para si, vou fazer os impossíveis! Era só o que faltava que não viesse cá jantar".
O meu amigo senhor Pinto, um gentlemam de voz suave e ímpar no acolhimento, na chefia da sala no Café de São Bento, deixou-nos para sempre.
