Colocar o nome de Mário Soares na toponímia de Paris foi uma decisão bela e justa. Paris era uma das cidades da vida de Soares. Viveu lá grande parte do seu exílio, cultivou ali grandes amizades e visitava a capital francesa sempre que podia. Em Paris, sentia-se em casa.
Apreciava o Hotel Lutèce, as livrarias, os jantares no Lipp. “Nunca me convenci com essa teoria do meu amigo de que se deve dizer ‘le Lipp’ e não ‘la Lipp’”, repetia-me sempre.
