No fds em que os Presidentes do Conselho e da Comissão Europeia estão de visita ao grande democrata Jolani, num país totalmente destruido - mais um no MENA - a Gronelandia pode vir a ser mais determinante para a Europa e até para Portugal que qualquer outro evento no curto prazo. Porque não vejo como a NATO evitará o colapso se o gangster Trump avançar para a anexação da Gronelandia.
Há aí uns patuscos, incluindo a cantora Björk, que até bastante aprecio, a apelarem à independência da Gronelândia, inclusive da Dinamarca. Esquecem-se que se a Gronelândia já não fizesse parte do reino dinamarquês já teria sido invadida há muito, até por outros países que não os EUA.
Sr Embaixador, a este propósito talvez possa comentar o envolvimento do Embaixador da Dinamarca na campanha eleitoral para as Presidenciais em Portugal com um mediático almoço com um dos candidatos. Eu não tenho o saber e experiência do Sr Embaixador mas tenho em mente que há uma regra tácita que recomenda aos representantes diplomáticos um certo distanciamento das disputas eleitorais no país de acolhimento, ou ao menos um esboço de neutralidade discreta. Será que estou equivocado?
No fds em que os Presidentes do Conselho e da Comissão Europeia estão de visita ao grande democrata Jolani, num país totalmente destruido - mais um no MENA - a Gronelandia pode vir a ser mais determinante para a Europa e até para Portugal que qualquer outro evento no curto prazo. Porque não vejo como a NATO evitará o colapso se o gangster Trump avançar para a anexação da Gronelandia.
ResponderEliminarHá aí uns patuscos, incluindo a cantora Björk, que até bastante aprecio, a apelarem à independência da Gronelândia, inclusive da Dinamarca. Esquecem-se que se a Gronelândia já não fizesse parte do reino dinamarquês já teria sido invadida há muito, até por outros países que não os EUA.
ResponderEliminarSr Embaixador, a este propósito talvez possa comentar o envolvimento do Embaixador da Dinamarca na campanha eleitoral para as Presidenciais em Portugal com um mediático almoço com um dos candidatos. Eu não tenho o saber e experiência do Sr Embaixador mas tenho em mente que há uma regra tácita que recomenda aos representantes diplomáticos um certo distanciamento das disputas eleitorais no país de acolhimento, ou ao menos um esboço de neutralidade discreta. Será que estou equivocado?
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