Anda por aí um mito em torno da necessidade de desistência de algum dos candidatos da esquerda, antes da primeira volta, para evitar uma vitória da direita pura e dura na segunda volta das presidenciais.
O "povo de esquerda" (o conceito foi criado por António Barreto, há 40 anos) sabe muito bem o que quer e não precisa de indicações de voto.
Por isso, não está à espera de desistências: digam os seus candidatos o que disserem, o "povo de esquerda" - e com ele muitos social-democratas que temem ver o país social em risco - já parece ter percebido que, se quer evitar vir a ter em Belém, por muitos e maus anos, alguém oriundo de uma direita perigosa e imprevisível - populista, radical ou autoritária -, tem simplesmente de votar Seguro. Logo na primeira volta, claro.

2 comentários:
Este post não aceita comentários. O assunto é demasiado sério para andarmos por aqui com bitaites. Falamos no dia 19.
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