O triste espetáculo de Corina Machado a oferecer a medalha do seu Prémio Nobel da Paz a Trump quase se equipara ao miserável email do secretário-geral da NATO enviado ao presidente americano. Ambos competem em sabujice, para agradar ao ego de Trump.
Mark Rutte ainda tem a, digamos, desculpa de ter de justificar a sua relevância (assim como da organização que dirige) perante o “patrão”. Já Corina Machado foi mais deprimente, pois soou a ato de desespero para poder ainda entrar nas “contas” do futuro da Venezuela. Tristemente, assim parece, acabará o ano sem medalha e sem ser tida, nem achada, na condução dos destinos da Venezuela.
A necessidade aguça... O que tem de ser tem muita força. E o que não tem remédio, remediado está.
ResponderEliminarMark Rutte ainda tem a, digamos, desculpa de ter de justificar a sua relevância (assim como da organização que dirige) perante o “patrão”. Já Corina Machado foi mais deprimente, pois soou a ato de desespero para poder ainda entrar nas “contas” do futuro da Venezuela. Tristemente, assim parece, acabará o ano sem medalha e sem ser tida, nem achada, na condução dos destinos da Venezuela.
ResponderEliminarCada um ou uma dá o que tem! A mais não é obrigada.
ResponderEliminarCorina ofereceu a Trump a medalha, mas ficou ela com o dinheiro do prémio. Deveria tê-lo dado também!
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