Quase uma semana fora do país, sem olhar muito as notícias da pátria.
Morreu Meneres Pimentel. Não era uma figura que tivesse por muito simpática. Era, contudo um homem de fortes princípios, uma pessoa de bem, como demonstrou como Provedor de Justiça. Foi também um improvável líder transitório do PSD.
O grupo Espírito Santo dá sinais de crise, com mais declarações contraditórias dos membros da família. É estúpida a atitude de quem se congratula com o eventual declínio do último grupo financeiro português com um lugar na memória da banca internacional.
Isaltino de Morais vai chefiar uma fundação ligada à autarquia de Oeiras. É Portugal no seu melhor. Ontem, na televisão, Pacheco Pereira lembrava que o PSD não tomou nenhuma medida sancionatória face aos seus militantes envolvidos no caso BPN.
Mais um ciclo de críticas internas a António José Seguro. Certos setores do PS seguem a estratégica futebolística de parecerem desejar a derrota da sua equipa para provocar a saída do treinador. Uns fazem-no com procurada sofisticação semântica, outros um pouco mais à bruta. Nada de novo.
O processo dos submarinos terminou, em Portugal. Sem culpados, claro! Para a justiça alemã houve corrupção. Por cá, tudo bem. Sendo os factos os mesmos, deve haver uma diferença de perspetiva no que diz respeito ao conteúdo do conceito.
O Grande Auditório da Gulbenkian vai reabrir, remodelado. Lá estarei, logo à tarde! Um abraço de parabéns, Artur Santos Silva! Ainda há boas notícias.