O advogado de Jorge Jesus deixou de ser comentador do "Correio da Manhã", de que Ronaldo é acionista. Disse fazê-lo para evitar que a conflitualidade entre o seu cliente e o jogador pudesse limitá-lo. Mais do que este caso em si mesmo, esta atitude prenuncia o vendaval que aí está para vir. Nada disto é uma boa notícia para o "grupo de trabalho" e para a "cultura de balneário" (adoro escrever estas expressões!)
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