Christine Lagarde, presidente do BCE, ao anunciar que sairá do banco em fevereiro, abre a porta a uma candidatura à presidência da República (eleição em abril/maio), numa França até agora muito polarizada. Se ela avança, "adieu Édouard Philippe"...
Mesmo que acabe por não avançar — e a declaração dela é suficientemente equívoca para deixar dúvidas —, já induziu inquietude na direita e na direita que em França faz de centro.
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