notas pouco diárias de Francisco Seixas da Costa
É interessante a atitude chinesa ao afirmar que a Europa deve fazer parte das conversas sobre o futuro da Ucrânia. Marca uma distância face aos EUA e faz um gesto simpático para Bruxelas, neste tempo europeu de orfandade estratégica.
Há minutos, ao ler a biografia de Pamela Harriman — agora publicada em Portugal — deparei-me com um episódio delicioso. Num jantar em casa d...
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