Morreu Alfredo Bruto da Costa, um grande homem de bem, uma figura muito rara em termos de consciência social, de preocupação com os mais pobres e desfavorecidos - um imenso lutador contra as desiguadades.
Portugal perde uma personalidade cujo modo sereno e responsável de refletir sobre as grandes divisões sociais lhe grangeava uma natural consideração e um merecido prestígio. Pessoalmente, perco alguém que tinha o privilégio de ter como amigo, com quem, nas últimas décadas, fui mantendo um contacto regular, que sempre me enriqueceu.
