Uma sondagem hoje divulgada, (re)coloca o PS à frente da coligação.
No "meu tempo" as sondagens mediam as distâncias entre os partidos e, confesso, acho que seria útil os portugueses conhecerem a distância atual entre os dois grandes protagonistas partidários - o PS e o PSD. É que ou muito me engano ou estaríamos perante números verdadeiramente históricos. Mas disto parece que ninguém quer saber...
É também muito curioso observar o modo diferente como foram tratadas a sondagem da passada semana e a atual.
No dia de hoje, não há nenhuma notícia - repito, nenhuma! - que não "amorteça" o resultado favorável do PS com uma relativização enfraquecedora - "mas" sem maioria absoluta...
Curiosamente, na passada semana, quando a coligação liderou a sondagem da Católica, ninguém se lembrou do mesmo argumento limitativo. E, neste caso, ele seria ainda mais decisivo. É que não há nenhum cenário político em que a coligação possa governar sem ter maioria absoluta.
(Bom, haver há! Se o PCP e o Bloco lhes derem a mão, como sucedeu em 2011...)
No "meu tempo" as sondagens mediam as distâncias entre os partidos e, confesso, acho que seria útil os portugueses conhecerem a distância atual entre os dois grandes protagonistas partidários - o PS e o PSD. É que ou muito me engano ou estaríamos perante números verdadeiramente históricos. Mas disto parece que ninguém quer saber...
É também muito curioso observar o modo diferente como foram tratadas a sondagem da passada semana e a atual.
No dia de hoje, não há nenhuma notícia - repito, nenhuma! - que não "amorteça" o resultado favorável do PS com uma relativização enfraquecedora - "mas" sem maioria absoluta...
Curiosamente, na passada semana, quando a coligação liderou a sondagem da Católica, ninguém se lembrou do mesmo argumento limitativo. E, neste caso, ele seria ainda mais decisivo. É que não há nenhum cenário político em que a coligação possa governar sem ter maioria absoluta.
(Bom, haver há! Se o PCP e o Bloco lhes derem a mão, como sucedeu em 2011...)