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domingo, março 10, 2013

Motorista

Para o exercício das funções de diretor executivo do Centro Norte-Sul do Conselho da Europa, considerei importante, desde o inicio, poder ter o apoio pontual de um motorista, com vista a facilitar a execução de certas tarefas laborais em Lisboa. Estando eu a prestar tais funções pro bono, isto é, sem por elas receber qualquer salário, achei que ser essa uma compensação mínima. 

O MNE também assim entendeu e acaba de proporcionar-me esse apoio. E, talvez porque me conhece bem, foi gentil ao ponto de caprichar na escolha do motorista que me dispensou. Chama-se Américo Tomás.

Entrevista ao "Público"

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