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quinta-feira, setembro 11, 2025

América, América

O assassinato de uma proeminente figura de extrema direita, nos EUA, teorizador da narrativa MAGA e muito influente junto da juventude, lança gasolina sobre a fogueira das tensões políticas. 

Trump não "matou" Charlie Kirk mas, com o seu discurso divisivo e confrontacional, polarizador da sociedade americana, tem ajudado à criação do caldo de cultura que favorece a este tipo de atos.

Isso é que era!

Pena foi que Portugal nunca tivesse mandado a dona Gertrudes Thomaz a uma reunião da NATO.