quarta-feira, abril 03, 2019

A China que aí chega


Este é o título do artigo que hoje publico no Jornal de Notícias e que pode ler aqui

3 comentários:

  1. Anónimo09:35

    "...A Europa, neste domínio, vive ainda um momento esquizofrénico..."
    Exemplo disso é a opção por qual a tecnologia 5G a escolher. Lembremo-nos que basta o titular de essa tecnologia (EUA ou China) carregar num botão e dominará toda a actividade -sem o uso de armamento clássico- de um qualquer País, ou Países.
    Por um lado, concordemos, o tempo da Grande Muralha defensiva claramente que passou à história.
    Por outro lado, mal por mal, a escolha até parecia fácil.
    Alguém anda a brincar com coisas muito sérias. A escolha "europeia" bem que parece esquizofrénica.

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  2. Anónimo13:43

    Evidentemente que a China não é mais aquele Império que uma canhoneira que sobe o Yang-Tse-Kyang põe de joelhos…Ou a quem três impérios ocidentais impõem de lhe ceder territórios ou concessões para ali fazer negócios à força…

    Desde o fim da guerra da Coreia que a China mostrou ao Ocidente o que ela não aceitava mais.

    Agora, move-se no planeta como as grandes potências de outrora. E francamente, se o 5G fosse americano, ninguém teria dito nada.

    O grande bicho do “cartoon”, há muito que ele rampa em terras do Ocidente, mas vindo do outro lado do Atlântico. Que engole tudo e todos …

    Joaquim de Freitas

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  3. António14:07

    A China está a preparar-se calmamente para ser uma potência militar. Talvez a maior. Veremos então como age nos inúmeros conflitos regionais que agora ocupam a Rússia, os EUA e aliados.
    Em termos tecnológicos já deixaram há muito para trás a Rússia, e não há senão uma mão-cheia de países mais avançados.
    O facto da China ser uma ditadura permite-lhe planear a longo prazo. Para minha grande pena, as democracias representativas não funcionam no longo prazo, depressa estarão em clara desvantagem. Talvez seja esse o maior perigo que a China representa - mostrar que as democracias ocidentais não são solução num mundo a precisar de soluções a longo prazo.

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