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sábado, janeiro 24, 2015

Miguel Galvão Teles (1939-2014)


Chega tarde esta minha nota sobre a morte de Miguel Galvão Teles. Tudo já foi dito, por parte de amigos, admiradores e até por jornalistas que, provavelmente o não conheciam mas que não foram insensíveis à importância deste jurista eminente e cidadão de primeira.

Sabia-o bastante doente. Já nos não víamos há bastante tempo. Tinha com ele uma relação de grande simpatia, com ele sempre a tratar-me por tu, numa generosidade a que eu correspondia com gosto. Era uma relação feita de alguns bons amigos comuns e de certas cumplicidades, a menor das quais não era o nosso Sporting. Partilhámos uma coincidência: numa tarde tórrida de 2003, num dez de junho, em Bragança, recebemos juntos a mesma condecoração, talvez a máxima que poderíamos desejar.

Registo aqui o meu sentimento muito sincero de pesar à sua família, mas também a alguns amigos a quem sei que vai fazer muita falta.

Poetas com taxímetro

Dizia-me ontem um taxista, descontente com o clima: "Já reparou que desapareceram as estações?! A mim, faz-me muita falta o outono!...