Chopin e Liszt foram os compositores escolhidos nesta apresentação da pianista portuguesa, actualmente residente no Brasil.
Maria João Pires, por razões que não cabe aqui referir e sobre as quais não me compete a mim elaborar, terá uma espécie de contencioso afectivo com um certo Portugal. É pena mas, no que se refere à Embaixada de Portugal em Paris, poderá sempre contar com todo o apoio que considerar útil da nossa parte. Para além de ter, no próprio embaixador, um fã incondicional.
Em tempo: Leio agora que Maria João Pires afirmou a um repórter português que vai renunciar à nacionalidade portuguesa. É pena, mas eu acho que o contrário não é verdade: os portugueses não vão renunciar a Maria João Pires