Há uma velha teoria segundo a qual os diplomatas passam metade da vida a escrever aquilo que os outros assinam e uma outra metade a assinar aquilo que os outros escrevem.As coisas não serão bem assim, mas a tendência funcional é para que isso aconteça. Por mim, continuo a esforçar-me para não dar razão à segunda parte da frase, escrevendo ainda a maioria das coisas que assino.