segunda-feira, agosto 29, 2011

Este blogue

Esperava não ter de escrever o que se segue.

Tenho vindo a verificar, nos últimos tempos, que alguns comentários que são enviados para posts deste blogue (alguns dos quais não foram publicados, outros que publiquei) tendem a resvalar para o terreno de uma polémica menos salutar, com o aparecimento de picardias pessoais entre os comentadores, algumas vezes sob a capa de confrontação de estilos ou personalidades, outras em polarizações ideológicas, às vezes em poses doutorais, noutras com "criatividades" inadequadas.

Sei que essa é a cultura de certa blogosfera portuguesa mas, como dizia Régio, eu "não vou por aí". Este blogue quer-se uma ilha de serenidade, onde se pretende que a atualidade, as ideias ou a memória sejam tratadas sempre de uma forma bem disposta, positiva e otimista, tentando fazê-lo com bom senso e procurando sempre o bom gosto, com humor e ironia qb, sem ofender nem magoar ninguém, igualmente sem objetivos proselitistas ou agendas escondidas. Quem por aqui quiser continuar a passar, respeitando esse registo, será sempre muito bem vindo. 

Por isso, e em particular a partir de agora, os que entenderem ir por esses outros caminhos não se devem admirar de não verem publicados os seus comentários.

21 comentários:

  1. "uma ilha de serenidade", é isso mesmo, assim deve ser.

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  2. Também tinha reparado.
    Aplaudo.

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  3. Boa tarde,

    Concordo, e uma forma de travar isto é não aceitar comentários de anónimos. Mesmo não tendo conta Google pode muito bem estar identificado... é que 'dar a car', neste caso o nome, trava um bocadinho as emoções...para não chamarmos outras coisas.

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  4. Anónimo17:19

    Tem Toda a razão Sr. Embaixador,mesmo contra mim falando...

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  5. Anónimo17:33

    Caro Embaixador
    Há várias semanas que não consigo "botar" aqui duas ou três coisas, identificada com o habitual ERA UMA VEZ.
    Hoje experimentei como "Anónima"
    e consegui.
    Não percebo.
    Será que só a mim aconteceu???

    ERA UMA VEZ

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  6. Cara ERA UMA VEZ: "sei não", como dizem no Brasil... Mistérios da googlelândia.

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  7. Caro Reflexos: há anonimatos pacíficos, outros nem por isso. Façamos a justiça de os discriminar.

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  8. Sou a anónima das 18 : 19...
    Acho que sou pacifica e juro que tenho boas intenções...
    Mas pronto também considero pertinente as possibilidades de quem muito jura mentir e de boas intenções estar o inferno cheio...

    Daí que confio totalmente na sua reserva de admissão...
    Isabel Seixas

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  9. Senhor Embaixador
    Estou inteiramente de acordo consigo e com o comentador Patrício Branco quando este afirma que esta sua casa é "uma ilha de serenidade".
    É, aliás, esta a imagem que guardo de si, dos velhos tempos em que os nossos percursos profissionais fizeram com que nos cruzássemos,
    E permita-me que lhe agradeça ter encontrado aqui quatro Mulheres de mão cheia de quem hoje me tornei amiga.

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  10. Cara Dra. Helena Sacadura Cabral: grande parte da graça deste blogue deve-se às minhas "compagnonnes de route". Bem hajam!

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  11. Anónimo21:27

    Totalmente de acordo. Espero que alguma irreverência que é minha característica não tenha causado incómodos a ninguém, muito menos ao titular do blogue, embaixador Seixas da Costa.

    Apenas uma linha mais: na Travessa do Ferreira não são aceites anónimos.

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  12. Subscrevo inteiramente

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  13. Caro Henrique Antunes Ferreira: Vexa está fora destas tricas, claro! Não faltava mai'nada!

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  14. ahahahhah!! Sr. Embaixador! :)) As suas perguntas ou respostas a Vexa, são demais! :))) Aliás são uma dupla impagável! Venho aqui sempre antes de me deitar... é a forma de ir para os anjinhos com um sorriso... :))

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  15. Anónimo01:05

    Li o post à minha velha senhora, que triste disse:

    mas será que eu sou visada
    tão velha e tonta pràqui
    que só quer brincar mais nada
    pra tentar ver se alguém ri

    anónima pois tenho de o ser
    cá por razões e por ora
    mas ninguém quero ofender
    que sou médica dòtora

    ensinei curei doentes
    jubilada brinco às rimas
    mas gosto muito das gentes
    sempre pra mim primos primas.

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  16. Anónimo01:31

    Esta velha e chata senhora quer juntar mais uma 'quadra'. V. Exa, decidirá da sua publicabilidade

    e até sou do embaixador
    admiradora e amiga
    que em nada se quer opor
    ao que sexa siga e diga.

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  17. Senhor Embaixador

    Nesta ilha, deleito-me com o seu "bom gosto, humor e ironia", apraz-me a sua frontalidade, coragem e seriedade com que aborda ou analisa a Historia ou a actualidade, factos ou pessoas que merecem a sua atenção, o seu empenhamento em valorizar e divulgar o nosso pais, a nossa cultura e as nossas riquezas em acções e não só palavras, a sua fidelidade aos ideais de Abril, o seu amor à República e ao seu pais. Adoro as historias deliciosas que aliviam as nossas soirées ensombradas pela violência e miséria que lastra mundo fora. Gosto de aqui passar porque, o que quer que leia, faz-me sempre bem ao corpo e ao espirito. Tenho aprendido muito e feito boas amizades. Este espaço de bom convivo é salutar!
    Fez muito bem relembrar as regras de "savoir vivre" a quem não sabe.
    Bem haja!

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  18. Oh Fica tão bem o redimir
    que sem chorar me faz rir
    mesmo sem noção do limite
    até a mim agreste permite

    Sr. Embaixador nos acolitou
    diferentes na sua Boa fé aceitou
    mas o ser humano é tão clandestino
    entre pudores rumores que destino

    Mas o Sr. no seu Tino e em ordem
    criou fio de prumo para rebeldes
    Só a Educação e cidadania sobrem

    Para quem pisa a linha de imberbes
    um sobrolho franzidochega de alusão
    a juizinho meninos e olhem a razão
    Isabel Seixas

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  19. Uma "compagnonne de route" apresenta-se para declarar, em total sinceridade, não ter entendido 'nadica-de-nada.
    Mas se tanta assistência concorda, é porque terá razão.
    Seja.

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  20. Maggie...ha quem leia nas entre-linhas ; )
    Eu também nao dei por népia de Chez de népia : ))
    Mas se o nosso escriba diz que SIM ! quem sou eu p'ra duvidar : )

    "Compagnonne de route"
    Since march 2009

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  21. Cara Helena Oneto: muito obrigado por tudo o que amavelmente escreveu. Para ser simples, eu diria: faz-se o que se pode e o que se julga que se sabe...

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