Há dias, reunimos num almoço na embaixada cerca de duas dezenas de sacerdotes católicos, de várias nacionalidades, que prestam assistência religiosa e, muitas vezes, coordenam o apoio social a setores da comunidade portuguesa na região de Paris. A agenda deste que foi o terceiro encontro deste género foi bastante alargada, suscitando a troca da diversidade das experiências que conduzem em cada comunidade.
No que me toca, foi muito importante ouvir pessoas dedicadas à ação social junto da comunidade portuguesa falarem do modo como avaliam o comportamento das várias gerações de origem portuguesa em França, do uso da língua portuguesa à sua relação com outras comunidades culturalmente muito diferentes, os problemas que afetam os mais idosos, a chegada recente de pessoas vindas de Portugal, em busca de ocupação, bem como a forma como a gerações de origem portuguesa mais jovens olham para o nosso país. As questões que se prendem com a atual situação económica em Portugal, com as preocupações que isso repercute na nossa comunidade, estiveram também presentes neste agradável encontro.

do oso da língua?
ResponderEliminarteclado qwert deve ter falta do uio
i no meio
Parece-me uma excelente iniciativa da nossa legação parisiense. Mas, a nota do senhor embaixador deixou-me "água na boca". Deve ter sido uma jornada riquíssima e seria uma delícia podermos saber mais pormenores desse olhar dos sacerdotes sobre a comunidade lusa.
ResponderEliminarPor favor, conte lá mais qualquer coisinha...
Obrigado!
Ó Senhor Embaixador estou com o Anónimo das 18:22. Conte lá mais umas coisinhas que a mim me interessam especialmente!
ResponderEliminarGrata!
Sim senhor Dra. Helena ...
ResponderEliminarA curiosidade matou o gato, a mim também não...
Vá senhor Embaixador, por favor.
Isabel Seixas
Caros comentadores: o que nos foi dito pelos sacerdotes, de modo informal e "off the record", não deve ser comentado em público. Lamento.
ResponderEliminarOra eu pensava que era ao contrário... O que os leigos confessavam aos sacerdotes é que era confidencial.
ResponderEliminarAinda assim fiquei agora a saber a quem se confessam os presbíteros: aos diplomatas!
É uma grande honra. DIVINO, senhor Embaixador! :-)
Votos de felicidades e continuação do excelente trabalho
Carlos