Em Paris, a cultura portuguesa mostra-se bem, por estes dias.
Anteontem, na Fundação Calouste Gulbenkian, Vasco Graça Moura animou uma interessante apresentação de textos de Mário Cláudio e de Anna Luísa Pignatelli (cuja obra eu desconhecia por completo e cuja qualidade me surpreendeu), na presença e em debate com os autores.
Ontem, estive na abertura de uma nova exposição do pintor madeirense Mateus Camacho (na imagem superior), na Galerie Octobre (24 rue René Boulanger, metro République), em exibição até 16 de abril.
Ao final da tarde, a memória de Joaquim Vital foi objeto de uma bela sessão na Maison de l'Amérique Latine, com testemunhos de amigos e escritores. Uma larga e solidária audiência, onde encontrei Júlio Pomar, homenageou o editor e escritor, que "La Quinzène Littéraire" também lembra assim no seu último número. À emoção de alguns sucedeu-se o humor literário de outros, como Salim Jay, que deixou a sala divertidamente intrigada com o teor do romance do egípcio Mohamed Leftah, "Le dernier combat de Captain Ni'mat", uma das últimas edições de Joaquim Vital.
Ao final da tarde, a memória de Joaquim Vital foi objeto de uma bela sessão na Maison de l'Amérique Latine, com testemunhos de amigos e escritores. Uma larga e solidária audiência, onde encontrei Júlio Pomar, homenageou o editor e escritor, que "La Quinzène Littéraire" também lembra assim no seu último número. À emoção de alguns sucedeu-se o humor literário de outros, como Salim Jay, que deixou a sala divertidamente intrigada com o teor do romance do egípcio Mohamed Leftah, "Le dernier combat de Captain Ni'mat", uma das últimas edições de Joaquim Vital.
Hoje à tarde, vou tentar estar na abertura da exposição de fotografia de Helena Almeida (imagem inferior), na Galerie Les Filles du Calvaire (17 rue des Filles-du-Calvaire, metro Oberkampf), em exibição até 7 de maio.
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