De um museu de Paris foram roubados cinco quadros de outros tantos pintores: Picasso, Modigliani, Braque, Léger e Matisse (na imagem). O valor estimado (conceito muito discutível) destes quadros é de 100 milhões de euros.
Se tivermos em conta que nenhuma destas obras pode vir a ser vendida no mercado legal, o que reduz imenso o seu valor objetivo, devemos concluir que alguém pagou para poder guardar, num local reservado da sua casa e para um prazer de olhar quase pessoal, estas obras-primas.
Para além do aspeto criminoso do ato, não podemos deixar de considerar que o receptador é uma pessoa de imenso bom gosto. Sem lembrar Arsène Lupin, há que convir, com sinceridade, que há ladrões e ladrões.
