quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Fernando de Mascarenhas (1945-2014)

 
Fernando de Mascarenhas, que agora desaparece, era uma figura de bem, uma personalidade da cultura, a quem Lisboa muito deve. Mas era, para o que aqui relevo, um democrata que, nos tempos em que sê-lo significava correr alguns riscos, soube estar à altura das suas responsabilidades. Muito em especial, as duas reuniões da Oposição que, em 1969, autorizou no seu Palácio Fronteira ficaram como marcos de grande dignidade cívica. O desaparecimento de Fernando de Mascarenhas é um momento que deve concitar o nosso pesar.

Em tempo: leia-se a entrevista que Maria João Seixas fez a Fernando de Marcarenhas para o "Público"
Leia-se também o poema que o poeta e diplomata Luís Castro Mendes dedica a Fernando de Marcarenhas no seu blogue Tim Tim no Tibete

8 comentários:

São disse...

Triste notícia , a da morte deste Senhor...

Que esteja em Paz!

Saudações cordiais.

patricio branco disse...

e o seu grande papel como mecenas

Anónimo disse...

Um aristocrata.Um homem de cultura.
Um democrata. Que pena deixar este
mundo! Fico triste.
M.Júlia

Anónimo disse...

D. Fernando de Mascarenhas, Marques de Fronteira e Alorna, um grande Senhor. Portugal fica mais pobre.

Anónimo disse...

A memória do grande Homem de cultura que foi Dom Fernando Mascarenhas não se apagará.

Anónimo disse...

A memória do grande Homem de cultura que foi Dom Fernando Mascarenhas não se apagará.

Anónimo disse...

Um HOMEM de esquerda, como hoje pouco se encontra.

Tive o privilégio de participar em reuniões políticas,científicas e culturais no seu palaciano espaço.
Conheço tambem pessoas que acolheu/ajudou no dito.
Este sim, um HOMEM de bem.

Guilherme.

Joaquim de Freitas disse...

A prova que Homens de Bem se encontram em todas as camadas sociais, mas que poucos seguem nos mesmos passos.