Tenho a sensação de que nunca soubemos muito bem quantos éramos. Não me recordo de ter tido um cartão partidário. A nossa disciplina política tinha por referentes o entusiasmo e o voluntarismo.
O MES, o Movimento de Esquerda Socialista, como o Paulo Bárcia e o António Silva titulam bem neste livro que hoje é publicado em Lisboa, foi uma "improvável aventura" num tempo intenso de esperança.
Tenho imensa pena de não poder estar hoje em Lisboa, com alguns amigos de sempre. Como alguém disse um dia, "je ne renie pas mes heritages" e o MES faz parte integrante delas. A forma saudável como hoje olhamos essa generosa aventura é a prova clara de que, no passado, o futuro era melhor.
Em tempo: entrei no MES pela mão do António Alves Martins, o nosso MFB (militante de fato branco...). Por onde quer que ele ande, deixo-lhe aqui um forte, solidário e muito saudoso abraço.
Ainda em tempo: aqui fica esta útil ligação:
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