quarta-feira, 28 de junho de 2017

Fezadas

Há uns anos, um chefe clubista ia pela sucapa a S. Bento da Porta Aberta fazer rezas noturnas, apelando às vitórias do seu clube. (Não sendo "do ramo", devo confessar que sempre achei estranho que alguém rezasse para ter efeitos nestas coisas. Então "lá em cima" são sensíveis a lóbis e a pressõezinhas oratórias? E havendo várias, em sentido contrário, por quem optam? Alguém me há-de explicar isto).
Agora, soube-se que um figurão de outra agremiação parece fiar-se em bruxos guineenses, queixando-se por email quando o "trabalho" não resulta. Isto está bonito, está!
Já só falta ver o presidente do meu clube fazer mezinhas para tentar ganhar na única modalidade que, verdadeiramente, preocupa os sócios - por muito que possam andar entretidos e falsamente eufóricos em matraquilhos e outros genéricos paliativos. O meu clube, já se sabe, é o mais "católico" do burgo: só ganha quando Deus quiser. E Deus parece que não quer, mesmo tendo ele contratado Jesus... A verdade é que o outro também tinha o Espírito Santo e viu-se no que deu!

5 comentários:

Anónimo disse...

Talvez o que falte seja mesmo ver. De um que foi alta figura do Estado dizia-se nos mentideros que recorria recorrentemente a bruxas - até em coisas políticas.

Maria disse...

E hoje a noite Portugal-Chile. A ver vamos.

Saudades

F. Crabtree

Anónimo disse...


Tudo isso são crendices. Tudo isso não tem nada a ver com uma prática religiosa honesta. Os descrentes gostam muito de falar destas crendices para apoucar as diversas religiões. Ainda não sei se isso lhes ficará mal ou se ainda são requícios da 1ª república, e por isso podem-se compreender dando o devido desconto.

Anónimo disse...


Não há também quem afirme a pés juntos que não acredita senão em não acreditar em religiões. Mas quando lhe chega aos ouvidos o roncar de uma trovada [seja ela seca ou molhada] ainda diz: Valha-nos Santa Bárbara.
Parece que até essa Santa até nunca existiu mas.... numa aflição grande vale de tudo......

Anónimo disse...

É justo que na sua clemência e sentido de justiça Jesus e Espírito Santo tenham deixado ganhar Vitória. Eles assim o designaram
Fernando Neves