Seguidores

Se quiser ser informado sobre os novos textos publicados no blogue, coloque o seu email

quarta-feira, janeiro 11, 2017

O desastre

Ontem, alguém me dizia que olhamos para Donald Trump e para a América que com ele aí virá com a curiosidade quase mórbida de quem olha para a cena de um desastre. O somatório de sinais negativos é tão forte, a aproximação da figura à sua caricatura mais primária começa a ser tão evidente que a hipótese do pior se torna plausível. Por muita simpatia que possamos ter pela América - e eu tenho muita -, preocupa-me, essencialmente, o efeito disruptor que as ações da futura presidência Trump possam vir a ter pelo mundo, em especialmente por aquele cujo futuro imediato diretamente me respeita. Se acaso a Europa fosse outra, se ela estivesse noutro estado de afirmação e de capacidade coletiva de decisão, enquanto poder com peso à escala global, eu estaria menos preocupado. Assim, estou muito. E, como nos desastres, só me resta olhar. Quase apetece crismar Trump com o nome de um clássico restaurante lisboeta: "The great American disaster"...

Eleições municipais em França

No segundo turno das eleições municipais em França estarão os dois candidatos mais votados no primeiro turno (se nele não tiver havido um ve...