terça-feira, outubro 04, 2016

Kristalina

Não sei como se dirá, em búlgaro, "meter os pés pelas mãos". Mas foi isso mesmo que Kristalina Georgieva fez ontem, quando perguntada pelo embaixador ucraniano sobre o que pensava do conflito no seu país. Essa hesitação e a cara desencantada do diplomata podem dizer tudo. Procurar não antagonizar Moscovo, no dia em que a Rússia repetiu formalmente, para quem quisesse ouvi-la, que deseja para secretário-geral da ONU uma mulher do Leste europeu, é a cartada evidente de Georgieva. Kristalina.

E depois do adeus

Soares trouxe a festa e quebrou a rigidez alcainense. Sampaio mostrou que a República solidária podia ter outro rigor. No vazio, surgiu outr...