sábado, junho 01, 2013

Chuva

Com um calor "de rachar" em Portugal, será que há alguma coisa mais chata do que um dia frescote de chuva, com trovoada à mistura, como aquele que tenho aqui por Podgorica? Deve haver, mas é preciso procurar muito. 

Talvez só um dia molhado, na pasmaceira novecentista de Oliveira de Azeméis, com o Artur Corvelo e o Rabecaz a remoerem a nostalgia, feita de saudades definitivas da Lola, da Concha e de Lisboa, depois de uma bilharada melancólica na Couvada. Há sempre um Eça para tudo, felizmente.

A propósito, deixo este clássico de B.J. Thomas.

Reflexão

No sistema político português, há uma tragédia que, por anunciada que seja, não deixa de se repetir: a vontade incontida de um presidente de...