quinta-feira, julho 21, 2011

Iliteracia política

Alguma curiosidade levou-me a ler um livro, recentemente publicado, sobre a vida do nosso parlamento, com historietas nele ocorridas. Literatura de férias...

O mais surpreendente na publicação foi a ausência de um "editing" eficaz, que permitisse evitar erros como dizer que foi "Costa Gomes" quem fez o 28 de maio de 1926, que o presidente da Câmara Corporativa se chamava Luís "Pico" Pinto ou, finalmente, que Casal Ribeiro ainda perorava no plenário dos anos 80.

E não se pode exterminá-los?

18 comentários:

  1. Anónimo00:51

    Pode e deve.

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  2. Anónimo00:59

    Poder ate pode...

    mas nao e la muito democratico!..

    :)


    bem haja

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  3. Nem pensar, nem imagina o que me fez rir, a espontaneidade da sua pergunta...

    Agora só é preciso a seguir à data de publicação, colocar only para maiores de(...)

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  4. E assim se vai cultivando a santa ignorância, que em letras de forma ganha cunho de "verdade".

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  5. não há inconveniente nem indiscrição em revelar o titulo do livro. apontar falhas do texto é util em qualquer resenha de livros.

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  6. Sinto-me o mafarrico, mas cá vai: entre a musa, o autor do psitacismo, o revisor de texto e os seus distraídos anjos da guarda, a culpa é do mordomo, a quem deviam empanzinar com um pulcro tetraodontídeo…

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  7. Anónimo18:19

    Quanto mais sei,mais sei,que nada sei.

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  8. Eu exterminava a editora que não cumpriu a sua função e ainda por cima achou a "obra" digna de publicação.
    Há cada uma...Mas confesso que soltei uma boa gargalhada com o "Pico" e o 28 de Maio com Costa Gomes.
    Já agora, com quem andava nesse opúsculo, o 25 de Abril?

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  9. Não sei se pode mas que se devia lá isso devia.
    Era um bom serviço que se prestava a comunidade.
    EGR

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  10. Se nos puder fazer chegar o título do livro... É que não resisto a literatura de humor.
    Com exemplos desses até Jerome K. Jerome empalideceria de inveja.
    E a ideia de Casal Ribeiro no Parlamento dos anos 80 é um verdadeiro achado.

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  11. Anónimo06:51

    Antigamente havia uma coisa chamada "educação de adultos" ; parece que agora existem as "novas oportunidades" e até há cursos superiores com exames ao Domingo. Então é só escolher qual deles aplicar a estes ditos cavalheiros (que, pelos vistos o não são). O pior é que ficávamos sem estas maravilhosas "estórias" de que tanto precisamos para rir (até de gargalhada).

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  12. Anónimo11:10

    Meu caro Francisco,

    Então o que é que achas o Cazal Ribeiro como deputado pela UDP?

    Um abraço.

    Fernando Coelho

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  13. E porque não ocupar produtivamente um dia que, para muitos, já não é dado à religiosidade?
    Fazer exames, pois sim, porque não?
    Ele há coisas que espantam não sei porquê.
    Cursos sob a filosofia de 'Bolonha', tipo expresso; é tomar uns suplementos cognitivos e vai disto: temos professores-doutores-engenheiros num piscar de olhos.
    Com a falta de clínicos que pulula pela pátria, que recorre a sul-americanos ansiosos por se europeizar, era injectar fornadas de recém-formados na prática.
    Se depois o povo tinha olhos para piscar, já era outro assunto.
    Ou não.
    Lá diz o velho ditado: "em terra de cegos..."

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  14. O livrinho só vai comprar quem quer e também quem pode.
    Mal maior é quando estas e outras maravilhas da asneira entram em casa de todos nós pela janela grande!...

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  15. O comentador Sousa e Siva tem razão. O que é que nos fcava para nos rirmos?!
    Talvez só as "velhas oportunidades" que vamos tendo.

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  16. Que pena!!!
    Qualquer de nós o poderia ter feito melhor.

    Bastava ter passado tardes de sábado a ler "a guidinha" e as intervenções da ala liberal, na primavera marcelista, para saber contar "como era" e "como foi"...
    Nada como viver as coisas para falar delas, não é?

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