Vive entre Portugal e Paris, onde tem um atelier na zona de Montmartre.Saiba mais sobre este "pintor do branco ou do quase branco" aqui.
Em Setembro, a meu convite, vai expor na Embaixada.
Vive entre Portugal e Paris, onde tem um atelier na zona de Montmartre.
Fez 60 anos o Paris Match.Às vezes, há notícias que são verdadeiramente inesperadas, pela positiva.
Quem havia de dizer que a APD (Ajuda Pública ao Desenvolvimento) de 22 membros da OCDE iria ter, em 2008, um crescimento de 10,2 %?
E que tal notarmos que, no caso português, esse esforço de apoio aos países em desenvolvimento aumentou 21,1 %?
Ou será isto uma mentira do 1º de Abril ?
A deslocação do presidente Obama à Europa está a suscitar a maior expectativa que alguma vez se criou face a uma nova administração americana. Seja pelo contraste com a anterior chefia dos EUA, seja pela imagem de esperança que o novo líder americano arrasta consigo, sendo que uma coisa não é independente da outra, Obama tem hoje o mundo a olhar para ele - para o que dirá e para o que fará. E o ambiente de crise global que se atravessa torna ainda maior essa responsabilidade.
Não me perguntem porquê, mas apeteceu-me dar hoje a ouvir aos leitores deste blogue o "Dancemos do Mundo", uma canção de 2000, de Sérgio Godinho.
Regressei hoje à cidade universitária de Paris, para visitar a casa de Portugal - Residência André de Gouveia - agora remodelada: 169 quartos, ocupados por portugueses e estrangeiros, com as condições mínimas fundamentais para a finalidade a que se destina.
A partir de hoje, o "International Herald Tribune" passa a ser apenas, de forma ainda mais clara do que já o era desde há uns tempos, uma simples edição mundial do "The New York Times".
Um belo exemplo de solidariedade foi a sessão a que ontem assisti em Monfermeil, nos arredores de Paris, que reuniu centenas de portugueses e luso-descendentes, em torno da Association Portugaise de Bienfaisance, a qual, ininterruptamente desde há 21 anos, leva a cabo jantares de recolha de fundos para fins caritativos. Desta vez, foi o hospital da cidade quem foi beneficiado por um significativo donativo.
A primeira vez que assisti a um jogo internacional de Portugal foi no Estádio Nacional, no Jamor, em 1955. Eu era muito miúdo, mas ficou-me sempre na memória que perdemos por 6-2, com a Suécia. Nessa altura, as prestações portuguesas, em termos de jogos internacionais de futebol, eram de nível baixo e as derrotas quase que se comemoravam, quando eram por números reduzidos.
A edição informática do Le Figaro dá conta da tomada de posição do bispo de Viseu, Ilídio Leandro (na foto), defendendo o direito (e o dever) dos portadores de sida de utilizarem preservativo no caso de terem relações sexuais.
Ao passar, há pouco, em frente à Gare de Austerlitz, ponto de chegada a Paris de muitos e muitos milhares de portugueses a quem a Pátria foi madrasta, veio-me à ideia um dos mistérios nunca resolvidos da política portuguesa do século XX: a famosa e nunca confirmada viagem de Oliveira Salazar à Bélgica, nos anos 20, para assistir a um congresso católico.
Há poucas horas, no Centro da Fundação Gulbenkian em Paris, António Lobo Antunes contava, durante um magnífico improviso, no contexto de uma palestra sobre o romance histórico, que Mário Soares terá um dia dito que "aos amigos nunca se mente, às mulheres e à polícia (polícia política, claro) mente-se sempre".
Chama-se "Le Jeu de la Liberté de l'âme"/"L'Espace édénique" e é a tradução francesa, feita por Cristina Isabel de Melo, de um trabalho de ficção e de uma entrevista com Maria Gabriela Llansol, uma escritora portuguesa, que faleceu com 77 anos em 2008, e que, ao longo de anos e de uma forma procuradamente discreta, construiu uma considerável obra, com um caminho muito próprio na literatura portuguesa, aliás amplamente reconhecido. O texto agora publicado em francês é de difícil caracterização literária, mas a entrevista da escritora incluída também no livro faz-nos entender melhor a complexidade da sua leitura muito pessoal do mundo.
A tradição parisiense mitificou os "clochards", a quem a modernidade chama hoje "sem-abrigo".Há dois anos, quando publiquei “Antes que me Esqueça”, sugeriram-me que, na feira do livro seguinte, lá estivesse umas horas, num dia a defi...