terça-feira, dezembro 13, 2016

Ai a gravata!


Ontem. Jantar no Cimas/English Bar. Aniversário de uma amiga, entre amigos. Levo gravata? "Vais ver que os homens vão de gravata!" Fui ver. Todos os homens iam de gravata? Não. Eu não ia.

Hoje. Almoço no Pabe. De trabalho. De gravata, claro. Entrei. O meu elegante interlocutor estava sem gravata.

Já não percebo nada...

Não necessariamente...

Um dia, no final dos anos 60, depois de atravessar de ferry o estreito de Öresund, da dinamarquesa Helsingør — a cidade de Hamlet — para Hel...