É muito interessante, por reveladora, a diferença entre os comentários insertos na minha página do Facebook e neste blogue.
Na primeira, porque quem ali surge tem um nome em princípio verdadeiro, os comentários são em geral urbanos, mesmo quando profundamente discordantes e até com alguma agressividade.
Já neste blogue, como se sabe, o anonimato é possível. Não é coisa que eu aprecie, confesso, mas admito que os anónimos (ou os nomes falsos) possam subscrever comentários, positivos ou negativos, desde que assumam uma atitude razoável. Por vezes, anónimos e não-anónimos "pegam-se" entre si e, em certos casos, há excessos. Mas esse é um terreno natural.
Porém, há alguns outros anónimos aqui do blogue (ou nem por isso, porque, através dos IP que ficam registados, já descobri o nome verdadeiro de alguns desses "corajosos") que, conhecedores da permissividade com que me divirto a testar os limites, tentam fazer passar insinuações soezes, provocações rasteiras, sempre dotados da imensa liberdade de expressão e potencial impunidade que a ausência de nome lhes estimula. E nem imaginam o que por ali chega! Insultos, ameaças, até físicas, são o pão nosso de cada dia, tendo-se, aliás, agravado nos últimos tempos. É um excelente espelho sobre algum país que por aí anda, podem crer. Às vezes, penso: coitados, não devem ter mais nada para fazer e esse anonimato agressivo deve confortá-los. Por isso, associo-me a essa terapia ocupacional.....
Porém, há alguns outros anónimos aqui do blogue (ou nem por isso, porque, através dos IP que ficam registados, já descobri o nome verdadeiro de alguns desses "corajosos") que, conhecedores da permissividade com que me divirto a testar os limites, tentam fazer passar insinuações soezes, provocações rasteiras, sempre dotados da imensa liberdade de expressão e potencial impunidade que a ausência de nome lhes estimula. E nem imaginam o que por ali chega! Insultos, ameaças, até físicas, são o pão nosso de cada dia, tendo-se, aliás, agravado nos últimos tempos. É um excelente espelho sobre algum país que por aí anda, podem crer. Às vezes, penso: coitados, não devem ter mais nada para fazer e esse anonimato agressivo deve confortá-los. Por isso, associo-me a essa terapia ocupacional.....
