sábado, agosto 31, 2013

Maria José Constâncio

Foi aqui, no aeroporto de Lisboa, onde estou agora a embarcar para Roma, que encontrei pela última vez, há já bastantes anos, a Maria José Constâncio, de cuja morte acabo de ter conhecimento. Nesse dia, íamos ambos para Bruxelas, um destino que à época nos mobilizava muito.

A Maria José estava há largos anos afastada da vida pública, vítima de uma doença incapacitante muito grave. Fizémos parte do mesmo governo, nos idos de 1995 e hoje recordo para sempre a sua grande competência profissional e o seu sorriso suave.

Deixo ao Vitor e a toda a família um abraço de sentido pesar.

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O sectarismo é a doença senil do comunismo português em decadência. A nota divulgada sobre a morte de Carlos Brito entristece quantos, como ...