domingo, 5 de maio de 2013

Europa

No dia 9 de maio, dia da Europa, a partir das 21.30 horas, participarei de um debate sobre a Europa do pós-guerra, subsequente à apresentação do filme "Alemanha: ano zero", de Roberto Rossellini, a ter lugar na Cinemateca Nacional, Rua Barata Salgueiro, 39.

A Europa já não está fisicamente em ruinas, mas as ameaças sobre o projeto europeu são hoje muito sérias e obrigam a que reflitamos sobre os caminhos do futuro.

9 comentários:

Helena Viana disse...
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Anónimo disse...

TEM RAZÄO : A ALEMANHA TEM MAIS DE TREZENTOS MIL HOMENS MILITARES DISSIMULADOS NAS FORCAS ARMADAS DA ONU...

PLUS JAMAIS CA !

freitas pereira disse...

Tantas coisas, e nao duas ou três, poderão ser ditas na vossa conferência, Sr; Embaixador ! Rosselini não tinha o recuo que temos hoje para fazer a história recente da Alemanha. Porque a Alemanha deve muito à Europa. E a Europa tem muitas más recordações da Alemanha!
Que devemos pensar da Alemanha quando Frau Merkel grita bem alto aos seus deputados que não mudará de politica, e que não perdoará dívidas a ninguém, gregos ou portugueses! Intransigência e irrealismo, e sobretudo estupidez quando os povos sofrem como nunca. Espezinhar um pais que está já no fundo abismo não trará nada de bom no futuro.

Sr. Embaixador diga-lhes bem que a repetição deste absurdo que fala na foto do tema, que a Historia deveria permitir-nos de evitar, não é nada mais que uma da longa lista de erros trágicos do passado, que de novo os dirigentes europeus recomeça m a cometer ( empurrados, forçados?),pelo mesmo pais que deveria opor-se a isso com força : a Alemanha.

Porque a meu ver os Alemães estão a oferecer como remédio a uma situação, da qual eles são em grande parte responsáveis, o mesmo veneno que abriu um boulevard a Hitler. Esquecimento histórico e absurdo económico total.
Sim, porque a crise que atravessa hoje a Europa é a consequência directa duma política europeia directamente inspirada das ideias alemãs, ou seja: a livre-troca, uma moeda forte, um banco central preocupado unicamente pela limitação da inflação, o rigor orçamental.

Porque enfim, todos sabemos que o envelhecimento da população alemã, impõe uma inflação zero e uma moeda forte para que as reformas, que funcionam por capitalização, conservem o seu valor, graças às rendas do capital aforrado durante a vida activa.
E sabemos bem porque é que não existe um salário mínimo na Alemanha, quando se pode obter mão-de-obra a 4 euros à hora nos países de leste!

E que o forte valor acrescentado dos produtos “haut de gamme” alemães suportam uma moeda forte. Mas, e os outros países do Sul, que podem eles fazer com uma moeda que não corresponde à sua economia?

Anónimo disse...

Com um pouco de mais tempo, dava para fazer um debate sobre os dois "pós", simultaneamente...

Anónimo disse...

A Europa pode ainda não estar em ruínas mas... se não conseguirmos um capital intelectual novo.... para lá caminharemos.
Já aqui disse noutras alturas que teremos todos de criar um outro paradigma sem olharmos para trás demasiadamente ou ficaremos em estátuas de sal. Sei que será muito dificil mas não há outro caminho. Larguemos o passado e comecemos a construir de novo.

Manuel Leonardo disse...

Manuel Joaquim Leonardo
Mais uma vez Portas e Coelho fizeram jogo "sujo" cada qual tenta salvar uma imagem sem credito.
So' o que podera salvar a U.E. e' o final da Russia acabar com o negocio do mercado das energias e nisto Cyprus tera' uma palavra a dizer muito em breve
Gosto · · Partilhar · há 8 horas perto de Vancouver ·
Manuel Joaquim Leonardo
Peniche Vancouver Canada
manueldepeniche.blogspot.com

Manuel Leonardo disse...

A' Menina Helena Vieira ,com todo o meu respeito :


..
"mesmo que nao sendo directos- , -
consigo sempre retirar alguma licao de tudo o que publica ...

" e espero um dia poder vir ... sua "colega" .

A falta de uma virgula , ou a falta de palavras num texto podera' ocasionar uma " guerra " num copo de agua , entre Embaixadores e respectivos Paises .
P.S. -sem politica-

Veja neste meu comentario um conselho de Amigo, pois parece-me que estou no bom Caminho , com as
as maiores Felicidades para si ,sou o

Manuel Joaquim Leonardo
Peniche Vancouver Canada



ARD disse...

Grande filme!

Helena Viana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.