domingo, 17 de julho de 2011

O outro défice

Todos os agentes da lisboeta esquadra das PSP das Mercês meteram baixa, com atestado médico, por terem ficado psicologicamente afetados, numa tocante reação simultânea, pela decisão judicial que condenou colegas seus, culpados de um crime de agressão gratuita a um cidadão estrangeiro.

Ninguém pode ficar indiferente à sensibilidade fraternal daqueles agentes. De idêntica dignidade é o comportamento, de um unanimismo que honra o juramento de Hipócrates, dos zelosos profissionais da classe médica que não hesitaram em atestar a tocante fragilidade psicológica dos polícias.

É com gente desta estirpe que um país se constrói.

23 comentários:

Anónimo disse...

o sr embaixador diz agressao gratuita a cidadao estrangeiro.
va la o rapaz ate teve a sorte de ser alemao, fosse ele mocambicano (ou portugues!...) e o infelizmente provavel e que nem justica lhe fosse feita.

mas gosto destes policias que ficam traumatizados por agredirem o cidadao comum, uma pessoa ate fica sensibilizada...

bom


bem haja

Margarida disse...

O país há muito que devia estar 'construído'.
Sucede que se passaram décadas de laxismo ético e derrapagens educacionais, além da perda, creio que irrecuperável, de valores.
O brilhante resultado de tanta liberdade e rebaldaria está à vista.
Os médicos podem ter passado administrativamente (e quantos casos não sucederam, nos anos setenta?)e os polícias podem ter copiado nos testes em qualquer altura (nem vamos por aí...).
Nem são as profissões e as dignidades das mesmas que se colocam em xeque, mas o espírito revanchista e pouco sério com que as corporações enfrentam a realidade.
O país enterra-se lenta e inexoravelmente como Veneza no lodo dos canais.
Rien ne va plus.

Helena Sacadura Cabral disse...

Lamentável. Há muitas outra formas de mostrar descontentamento sem envolver o que chamo de "traição aos compromissos". Ainda me choca mais a dos médicos!
E penso que o assunto devia ter seguimento.

Anónimo disse...

Eu pensava que desde há uns tempos os atestados médicos só podiam ser passados pelos médicos de família ou Delegado de Saúde, estarei errada? Isto ainda agrava mais o sucedido pois já desde os meus tempos de Faculdade( e já lá vão quase 50 anos)havia aqueles endereços onde só levavamos o BI e 20 escudos (longe vinha ainda o Euro) e depois, passando por lá ao fim da tarde e aí estava o salvo conduto para irmos à 2ª chamada de um qualquer exame!
Dalma Macedo

Anónimo disse...

Devem ser, mais ou menos, da mesma estirpe daquele indivíduo que depois de ignorar a lista de espera num Centro de Saúde, exigiu um atestado médico porque tinha que ir viajar....
Provavelmente,

Francisco Seixas da Costa disse...

Caro Anónimo das 17.50: está a ver como acertou? É só tentar...

Francisco Seixas da Costa disse...

Cara Margarida: "rien ne vas plus"? Essa agora! Agora!? Vindo de si? Ó diabo...

António Sousa disse...

Boa tarde!
Como Agente da PSP não gosto nada de atitudes que "belisquem" o prestígio desta instituição e, concomitantemente, dos seus profissionais. Como sói dizer-se, pela careca de um se mede o chapéu de todos!
Compreendo aqueles que observando do lado de fora e sempre sob um especial "manto" de nobreza ética, se afanam na sempre entusiasmante tarefa de denegrir tudo e todos com os que decidem discordar. Especial sabor mostra sentir a maioria dos que aqui opinam quando têm uma oportunidade de “bater” num concidadão que deles difere somente na especificidade da tarefa que desempenha na sociedade.
É sempre muito fácil dizer: “que vergonha”; “lamentável”; “estirpe de gente de baixo nível”. Se repararem de igual forma age a maioria dos cidadãos se alguém, hipoteticamente, lhe perguntar o que pensa dos políticos deste país, ou dos professores. A resposta tende a ser “cambada de gatunos”; “incompetentes”; “corruptos” e por aí fora num desfiar de adjectivos proporcional ao manancial gramatical que cada um disponha.
Sendo estes polícias, meus colegas de profissão, cerceados dos mais elementares amparos legais e sociais, dos quais se destacam: a liberdade de expressão, o acesso à greve e o apoio permanente e massivo dos cidadãos que servem, resta-lhes a solidariedade entre pares e o recurso a uma faculdade legal para a qual, não se esqueçam, também pagam.
Será mais sensato dar um dia de baixa médica para serenar a dolorosa desilusão de quem se sente abandonado e injustiçado ou, como as senhoras e senhores preconizam, estar ao serviço da sociedade em défice de estabilidade emocional, sabendo todos que o grande ingrediente da acção policial é a “conflitualidade”?
No mínimo, o que vos peço é que, por uns minutos, desçam do vosso pedestal e se livrem da vossa auréola de arautos da seriedade e da decência social e apresentem soluções, iniciativas, estratégias ou o que vos aprouver dizer, para ajudar a vossa polícia, os vossos polícias, a serem cada vez mais melhores profissionais.

diogo disse...

um belo caso de baixa fraudulenta a ser investigado ( queria eu , mas não vai acontecer ).

José Sousa disse...

Se é de condenar a acção dos polícias, bem pior é a dos médicos. Com pessoas deste nível não iremos a lado nenhum...

Helena Sacadura Cabral disse...

Ó Senhor Embaixador que golpe de asa deu na nossa Margarida com o seu "Agora!?". O que eu me ri.
Il y a quelque chose qui va. Toujours. C'est votre sense d'humeur.

Francisco Seixas da Costa disse...

Caro António Sousa: precisamente pelo elevado respeito que tenho pela Polícia de Segurança Pública, cuja melhoria de funcionamento é uma evidência nos últimos anos, é que - como cidadão - tenho todo o direito de me insurgir contra o comportamento de alguns dos seus agentes, quando ele se afasta da dignidade da instituição. Como foi o caso.

Margarida disse...

Senhor agente Sousa, até considero muito a polícia e tenho manifestado em várias ocasiões o respeito e a compreensão pelas várias forças e pelas suas incompreensíveis limitações que a lei e sociedade 'impõem'.
Mas o certo é que 'meter baixa' (sejam os agentes, seja quem for) por outros motivos que não os de saúde, condena quem pede e quem dá.
Uma esquadra inteira 'a banhos' por amuo/solidariedade?
Então é mentira e os agentes não sovaram o estrangeiro?
Não há defesa legal?
Os senhores agentes já são pouquíssimos e ainda ficam em casa, mal dispostos com mais uma alegada arbitrariedade do poder judicial?
Onde anda o Paulo Rodrigues, que por acaso é o sindicalista mais giro deste país?
Vá à televisão falar sobre isto, ou também está impedido?
O senhor agente Sousa tem muita razão em não gostar que se meça tudo pela mesma bitola e faz muito bem em puxar do seu orgulho na força a que pertence - tiro-lhe o chapéu que não uso, mas deve concordar que sabemos o que nos informam e parece que deu uma filoxera à força dessa esquadra...
Convenhamos, não é 'normal'...
Com todo o respeito por V.Exa. e todos os excelentes profissionais que a P.S.P. tem, desejo-lhe uma noite sossegada, porque as pessoas distinguem o trigo do joio.
A bem da nação.

Margarida disse...

Em tempo: excelência, não percebi o 'agora', mas se Milady se riu, está bem.
;)

EGR disse...

Pois é isso mesmo Senhor Embaixador e permita-me acrescentar que ouvi um responsável da PSP afirmar que não iria ser desencadeado qualquer procedimento contra os ditos agentes porque"as faltas estavam legalmente justificadas"!.
E já agora ficam duas perguntas: o senhor Ministro da Administração Interna não tem nada a dizer?
E a Ordem dos Médicos também não?
EGR

catinga disse...

Engana-se quem possa julgar que os agentes da autoridade (qualquer que seja a corporação) não possuem exatamente os mesmos pecados do resto da população.

Se a situação de que aqui se fala é chocante (para mim, ainda é pior do que o caso da agressão porque, esta, é a frio e calculada), não podemos desenquadrá-la de um panorama mais geral de demissão e desinteresse pelo cumprimento dos deveres por parte das autoridades.

Qualquer pessoa nota que as forças policiais agem por reação e, para que esta aconteça, ainda é preciso que haja queixa...

O que dizer, por exemplo, do caso dos GNR que, impavidamente, assistiram a três adolescentes a partirem uma esplanada a menos de um metro de si? As filmagens passaram na TV e, como de costume, não houve detenções, como se alguém entrar num café, armar banzé, ameaçar e agredir a dona, agredir um guarda da GNR (!) e atirar cadeiras e virar mesas não fosse, afinal, nada de mais...

Quando as coisas funcionam assim, espera-se o quê: padrões éticos?

Helena Sacadura Cabral disse...

Estimada Maggie
O "agora" que usei é uma metáfora política que se opõe ao "antes". E refere-se sobretudo aos azuis e amarelos que nuns poucos posts coloriram o seu blogue.
Coisas minhas que gosto sempre de associações mentais!

Caro Agente Sousa
Se há instituição que respeito é a da PSP. Mais, já lhes teci público elogio. E por mais de uma vez.
Não preciso de descer de nenhum pedestal para o afirmar, porque os pedestais destinam-se aos mortos e eu estou vivinha da costa.
Mas pense comigo: se tivesse havido um problema grave que impusesse a intervenção da PSP da área à qual os seus "colegas doentes" pertenciam, a quem caberiam as responsabilidades?
E se entre eles houvesse um seu familiar aflito e sem socorro?
Compreendo a vossa solidariedade com o colega. Mas a baixa geral não advém dele, que foi julgado e punido. Ela advém do vosso "mal estar" pelas condições em que trabalham. E essas é que é preciso combater. Não com falsos atestados, mas com a força de sindicatos preparados para o fazer.

António Sousa disse...

Boa tarde!
Seria de um tremendo mau gosto aproveitar a oportunidade que gentilmente me é concedida de participar neste “espaço” para vir fastidiar-vos com um chorrilho de queixumes relativo a eventuais faltas de condições para o exercício da minha atividade profissional.

Trabalho numa esquadra da cidade do Porto e disponho de boas condições de trabalho no que à parte logística e organizacional diz respeito. Estou muito longe do caso que suscitou a atenção inicial do Senhor Embaixador pelo que não disponho do conhecimento necessário para o comentar com rigor.

No entanto, não podia deixar de fazer mais dois ou três reparos, se me permitirem.

Quem recorre à baixa médica é o “alegado” doente. Cabe ao médico avaliar a legitimidade e fundamento dos queixumes do paciente. Ponham-se no lugar de um doutor que tem à sua frente alguém que usa uma arma no seu trabalho, que lida e deve garantir a liberdade e segurança dos seus concidadãos e que lhe vem dizer que se sente emocionalmente instável e sem capacidade de desempenhar cabalmente as suas funções. O que fariam no lugar deste médico?

Cara Margarida: Vem incentivar-me a falar na televisão. Só se for no “Peso Pesado” porque senão lá vai mais um para o desemprego. Não se esqueça que até trânsito em julgado todos os arguidos são presumivelmente considerados inocentes. Ou esta premissa só é válida para cidadãos ilustres?

Cara(o) catinga: esteve lá? Viu a agressão? Como pode fazer esse julgamento sem conhecer os factos?
O que o(a) senhor(a) diria se os GNR’s tivessem respondido à agressão com violência? Não estaria agora a insurgir-se contra o excesso de zelo e abuso de poder de tais profissionais? Talvez não saiba que para existir procedimento criminal no caso do crime de danos e de ofensas à integridade física é necessário haver queixa por parte do lesado para que o suspeito seja detido. Como certamente ouviu, a senhora agredida disse que não queria nada dos agressores porque “só queria é que a deixassem trabalhar em paz”. Também mostra desconhecer que, no caso em apreço, os cidadãos prevaricadores já foram detidos anteriormente em dezenas de situações. Se estão por aí à solta que culpa têm as forças policiais? Se os polícias fossem os “selvagens” que preconiza, não será que apenas a sua presença dissuadiria a atitude hostil daqueles indivíduos?
Já agora, será que não quis dizer pavidamente? É que me deixou baralhado.

A todos que se me dirigiram, o meu muito obrigado.

catinga disse...

Ó António Sousa, se eu vi "a agressão"? Devem ter visto centenas de milhares de pessoas porque passou numa reportagem na TV. São imagens das câmaras do café! Ali... os indivíduos a fazerem tropelias, a agredirem a dona do café, a agredirem o GNR e, depois, a virarem do avesso a esplanada, bem juntinho à barriga do "xô guarda" :)

Anónimo disse...

Senhor agente da cidade mais linda do país, não o incentivava a si a ir à televisão, mas ao Paulo Rodrigues, que representa a associação sindical (ou similar) e é um giraço :)
Bem entendo que não pode assumir posição pública e que estas coisas são muito delicadas.
E os seus argumentos são ponderáveis, sim senhor.
Até eu, que sou pacífica, dou graças a Deus por não usar arma, ou desgraçava-me não sei quantas vezes, como que vejo (e me vão fazendo).
Cof, cof, isto é de ainda não ter tomado café..., relevem o deslize impetuoso.
Esperemos que seja um alerta para a tutela e que tudo suceda pelo melhor.
E que o alemão não tenha sido vítima da neura contra a sra. Merkel...
:)
Enfim, vamo sorrindo, que rir torna-se crescentemente difícil...

Margarida

catinga disse...

Já agora, o estafado argumento do "não os prendemos porque os juízes os libertam" é absolutamente miserável e prova a "demissão de obrigações" que existe no pessoal. Os agentes da autoridade não têm de se preocupar com o trabalho dos juízes. Isso é com o Governo. Os agentes só têm de se preocupar com as suas próprias funções e em cumprirem-nas!

Levando ao extremo a argumentação do "não vale a pena" teríamos, portanto, que apenas os criminosos de "primeira vez" deveriam ser presos e levados a tribunal (porque, para os outros, já se sabe como é). É claro que, uma vez perante um juiz, os "primeira vez" eram mandados embora porque eram apenas "iniciados". Ou seja, para nenhum valeria a pena, portanto. Para que serve, então, a autoridade?

O médico deixa de tratar um doente porque ele há de morrer de qualquer forma?

O professor manda o aluno "burro" jogar à bola porque "não vale a pena"?

A história do mau trabalho dos juízes (se calhar, eles também se limitam a aplicar a seguir regras estabelecidas...) não passa de uma desculpa de mau pagador.

Talvez me queiram, também, convencer de que a demissão da PSP no que respeita, por exemplo, ao estacionamento irresponsável, também é culpa dos juízes...

Anónimo disse...

Como vão poder verificar, sou elemento pertencente Às Forças de Segurança Portuguesas,já com longos anos de serviço activo e muitas dores de cabeça.
Pode-se dizer que as agressões que o tal jovem sofreu não foram assim tão graves, aliás de si nem nada de grave tiveram.
Será que se justifica penas tão pesadas por alguns tabefes dados num alemão que se dedicou algum tempo a gozar com a Policia e com o funcionário da CARRIS? Não me parece. Que sejam punidos, completamente de acordo, desta forma nunca.
Porque será que, desde o inicio da audiências, estiveram sempre e quando digo sempre é mesmo sempre, representantes da Embaixada Alemã??
Vejam Vªs Exªs do topo do Vosso poleiro, que não existe nenhum meliante que tenha agredido um Policia, que tenha sido condenado a pena semelhante (quatro anos efectivos), aliás traficantes e assaltantes tem sido condenados a penas semelhantes e são esses crimes bem mais censuráveis.
Passando às baixas médicas propriamente ditas, digam-me lá Vªs Exªs, conhecem qualquer outro meio legal, para que os elementos da PSP demonstrem o seu descontentamento?? As manifestações não dão resultado, os abaixo assinados vão para o lixo, os encontros com os Governantes dão sempre em zero, por isso dêem as vossas sugestões se as tiverem.
E sim para o Sr. Catinga, os médicos deixam morrer (por misericórdia ou não), os professores votam ao ostracismo os alunos mais fracos ( basta ver as escolas publicas), os enfermeiros não sabem o que fazem e arrogam-se em doutores, os Advogados são incompetentes e negócios em nome e proveito próprio e os políticos são corruptos e legislam em interesse próprio, mas como em todas as camadas profissionais, estas situações não abrangem todos os profissionais, mas tão somente uma minoria e felizmente esporadicamente.

Margarida disse...

Excelentíssimo Anónimo-que-afinal-não-se-pode-verificar-que-pertença-às-ilustres~forças-de-segurança-portuguesas-mas-acreditemos-que-sim, gostei particularmente da sua intervenção (já havia ficado orgulhosa pela expressividade do senhor agente António Sousa).
Os poucos agentes de autoridade com os quais tive contacto (graças aos céus!) não me deixaram assim muito entusiasmada quanto à sua, digamos, verve. Eram mais monossílabos, com sotaque, entre bocejos e um ar entediado (também concordo que trabalho de secretaria para operacionais deve ser 'sacal').
Esta loquacidade é...entusiasmante! E faz muitíssimo bem vir a terreiro esclarecer alguns pontos, sabemos como a maior parte das confusões se gera a partir do desconhecimento, do 'eu acho que ', do 'diz-que-diz'.
O rapaz portou-se mal? Acredito que pregar-lhe uma galheta soube bem, agora se isso é aceitável..., sei lá, parece que não é, e a consequência foi a que sabemos.
Depois - fatal! - os estrangeiros tendem a ser protectores dos seus em solo alheio e os alemães fizeram o papel deles (parece que bem).
A moldura penal para tais eventos permitiu um exagero na dose? Também concordo; há por aí muito meliante à solta com base em leituras criativas da legislação e de tecnicidades dúplices. Azar.
Azar para todos nós, que ficamos perplexos com a capacidade que a 'justiça' tem de penalizar mais o lado 'dos bons' do que o 'dos maus' (isto é o auge do maniqueísmo...)
Irra que isso de 'dar o exemplo' dessa forma não parece nada bem, mas sucede vezes de mais; lá prender os prevaricadores é que a coisa se torna difícil, os senhores agentes bem se esforçam, colocam a vida em risco e depois, pimba: por causa de uma vírgula ou um ponto final, essa gentalha vem cá para fora, ainda gozar com todos.
Se algum mérito "o caso das baixas" teve, foi alertar-nos para a situação das forças policiais. Falamos, reflectimos e trocamos ideias, sensibilizando-nos mais para a dificuldade que têm de fazer saber os problemas com que se debatem.
É claro que, como em todas as profissões (isto é um cliché), existem bons e maus técnicos, mas no geral o que impera é a sensação de que temos excelentes elementos das forças de segurança todas e que devemos ter um grande orgulho pela forma corajosa com que se batem pelo bem estar de todos nós.
E devemos estar solidários com as suas dificuldades e problemas, porque a eles devemos muitas vezes o sossego das nossas vidas. e nem temos noção disso.
Um grande bem-haja, pois, pelas palavras que aqui deixou, senhor anónimo das F.S.P.
:)