sábado, julho 31, 2010

Rua José Saramago, Porto

Paris, 2010

9 comentários:

  1. Na mouche.
    Bom fim de semana

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  2. No Porto, porquê?
    Porque existiram deliberações contra?
    Deseja-se unanimidade ou consensualidade nestas coisas, creio.
    Apreciado como é (enão exactamente pela veia literária) mais a sul, que seja baptizada a artéria por essas bandas e ficam todos satisfeitos.
    O País tem muitas localidades e muitos arruamentos novos a carecer de toponímia.
    Haverá um, algures e não tardará.

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  3. Com adecisão de não dar o nome de José Saramago a uma Rua do Porto, esta cidade passa ser a do Portugal dos Pequeninos ou, como escrevia Jonh Updike no posfácio de Winesburg, Ohio de Sherwood Anderson "uma cidade de gente mirrada"

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  4. O Porto é muito mais do que uma decisão e seguramente nem se engrandece com um acto, nem se diminui com outro.
    No Porto existem muitas pessoas.
    Muitas políticas, que não só as camarárias e muitas sensibilidades.
    É terrível liquidar uma cidade (uma localidade qualquer, que seja) por uma questão assim...
    Falem mal de tudo, mas da minha cidade é que não!
    :(
    'gente mirrada' aqui?!
    Era o que havia de faltar!
    Homessa!

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  5. Também falei sobre o assunto, embora com mais palavras.

    http://www.porto.taf.net/dp/node/7133

    Mas adorei, Senhor Embaixador, trata sintéticamente o assunto.
    :D

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  6. Existe uma ponte com o nome de José Saramago, entre Portugal e Espanha, na fronteira do Caia. Espanhola e portuguesa, fifty fifty, portanto.
    Que decisão conjunta (internacional)levou a essa designação, e porquê aí, não sei.
    É certo que JS tinha um pé (mais)em Espanha e outro em Portugal, mas não deixa de ser curioso ser naquele sítio e internacional.

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  7. Tem razão Margarida. As cidades são as suas gentes e não as decisões de que são alvo!
    Se não que díriamos do país?!

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  8. Primeiro, foi a recusa da candidatura ao Nobel.
    Agora, a recusa de lhe dar o nome a uma artéria da cidade!
    Continua a haver gente 'pequenina' e sem sangue arterial.
    É só do venoso (...)

    Cumpts.
    César Ramos

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"A Arte da Guerra"

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