terça-feira, julho 27, 2010

Verão!

10 comentários:

  1. Assim, sim...
    Barquinhos, só de papel.
    Um Origami nunca feriu ninguém.
    Que se saiba.
    :))))

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  2. Anónimo23:50

    Ingenuidade, Margarida...

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  3. Anónimo00:05

    "Verão!"Verão...
    Não só os que vêem...
    Também os que não crêem
    Que vêem Verão... Verão
    Isabel Seixas

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  4. Anónimo00:07

    Substantivo ou tempo de verbo, hábil Embaixador ?

    CSC

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  5. Verão mas com mar à vista! aqui, nenhum barco nos acode!

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  6. Anónimo08:31

    Verão
    A história que fizemos
    Resultado da imitação que roubamos
    Quando pagamos
    Vergonha de glória

    Verão
    A nudez de nós próprios
    Autorejeitados
    De joelhos cócoras subjugados
    Pela herege troca dos nossos olhos
    Por nós abandonados

    Verão
    Os cansados disfarçados
    Em sorrisos ténues amordaçados Desgaste das neuras dos empossados
    Do poder vil metal escorraçados

    Verão
    O que não verão
    Amores ávidos por ser encontrados
    Luzes apagadas em corpos zangados
    Sonhos masmorras sequer começados

    Isabel Seixas


    Não acordei de "rabo" pro ar...
    Home sweet home

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  7. Anónimo09:51

    maravilha...
    abraço

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  8. Anónimo12:11

    O frágil barco da imprensa no dia do Freeport. Eles verão!

    Será?

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  9. Anónimo09:10

    Verão!...

    As brincadeiras do olhar
    Nos decúbitos da praia

    As denuncias descaradas
    Da ingestão compulsiva
    De bolos de chocolate Lascivos
    Substitutos de preliminares Efetivos

    A gula
    Das fantasias...
    Convergindo na Mulher alheia...
    A que mais ronda a impossibilidade
    Méritos de anorética e fio dental

    Sobretudo
    Mamas
    Nutriente de todas as fomes
    E da escravatura da moda de cada um
    E a Senhora faz croché
    Afastando qualquer sala de espera Da morte...Há quem chame Lar

    O pano
    Em ponto cruzado
    Já abarca o rechelier para o Altar
    Onde o Cura vai falar sobre o linho
    E dar protagonismo à cruz

    O barquinho de papel
    Musa
    Visa descontrair ...Acessível
    E nós...
    Partilhamos
    Quase tudo
    Até
    Nós...

    Isabel Seixas

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  10. Anónimo21:22

    Posso...
    É para homenagear

    "António Lindo"
    (de apelido feio)


    Não Há Adeus...
    Há... A Deus

    Beijei
    A lágrima
    Como quem sorve
    A seiva

    Não era

    É... resquício que capturei
    De Sorriso ténue sem mágoa
    Que ancorou profecia rosto morgue
    Vida que teima

    Reconheço

    A semente
    Planta Hera
    Não mereço
    Mas guardo com apreço
    Qualquer passagem
    Ainda pequena

    Há Deus na Terra

    Ser

    Humano
    Faz sorrir
    Até a Nós
    Sem obrigar a Pedir
    Nunca Nos deixou sós

    Lindo de morrer

    Não Sei
    Serei digna
    De estar na mesma flor silvestre
    De auferir do Anjo
    Poesia em ou Sem Rima
    Mesmo assim estarei
    No florescer rosa orquídea agreste

    Viverei
    Com o Seu Viver
    Exemplo...
    Lindo de morrer
    A Amar...
    Sem precisar de me conhecer

    Em Cada despertar

    E louvar...

    A Deus
    Sem o Adeus

    Sem Penar
    Porque Me quis mostrar
    O melhor dos sentidos
    Nunca os deixar... Perdidos

    E dar
    O sentir

    Através do maior
    O grande
    O espontâneo
    A reis e plebeus

    Sorrir...

    Não Há Adeus

    Isabel seixas

    Ao António Feio

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