sábado, 31 de julho de 2010

Rua José Saramago, Porto

Paris, 2010

9 comentários:

António P. disse...

Na mouche.
Bom fim de semana

Margarida disse...

No Porto, porquê?
Porque existiram deliberações contra?
Deseja-se unanimidade ou consensualidade nestas coisas, creio.
Apreciado como é (enão exactamente pela veia literária) mais a sul, que seja baptizada a artéria por essas bandas e ficam todos satisfeitos.
O País tem muitas localidades e muitos arruamentos novos a carecer de toponímia.
Haverá um, algures e não tardará.

Helena Sacadura Cabral disse...

À bon entendeur, salut!

Fernando Frazão disse...

Com adecisão de não dar o nome de José Saramago a uma Rua do Porto, esta cidade passa ser a do Portugal dos Pequeninos ou, como escrevia Jonh Updike no posfácio de Winesburg, Ohio de Sherwood Anderson "uma cidade de gente mirrada"

Margarida disse...

O Porto é muito mais do que uma decisão e seguramente nem se engrandece com um acto, nem se diminui com outro.
No Porto existem muitas pessoas.
Muitas políticas, que não só as camarárias e muitas sensibilidades.
É terrível liquidar uma cidade (uma localidade qualquer, que seja) por uma questão assim...
Falem mal de tudo, mas da minha cidade é que não!
:(
'gente mirrada' aqui?!
Era o que havia de faltar!
Homessa!

T D disse...

Também falei sobre o assunto, embora com mais palavras.

http://www.porto.taf.net/dp/node/7133

Mas adorei, Senhor Embaixador, trata sintéticamente o assunto.
:D

patricio branco disse...

Existe uma ponte com o nome de José Saramago, entre Portugal e Espanha, na fronteira do Caia. Espanhola e portuguesa, fifty fifty, portanto.
Que decisão conjunta (internacional)levou a essa designação, e porquê aí, não sei.
É certo que JS tinha um pé (mais)em Espanha e outro em Portugal, mas não deixa de ser curioso ser naquele sítio e internacional.

Helena Sacadura Cabral disse...

Tem razão Margarida. As cidades são as suas gentes e não as decisões de que são alvo!
Se não que díriamos do país?!

César Ramos disse...

Primeiro, foi a recusa da candidatura ao Nobel.
Agora, a recusa de lhe dar o nome a uma artéria da cidade!
Continua a haver gente 'pequenina' e sem sangue arterial.
É só do venoso (...)

Cumpts.
César Ramos