quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Políticos e diplomatas (2)

O X Curso de Verão do IPRI, que ontem se concluiu em Óbidos, coincidiu com um interessante levantamento sobre a carreira diplomática portuguesa, bem como sobre as figuras políticas que, ao longo dos tempos, titularam lugares governativos no MNE.

Na intervenção que fiz, e que encerrou os trabalhos do curso, dei conta da minha perspetiva sobre as mudanças que o 25 de abril trouxe à nossa carreira diplomática, quer em termos de recursos humanos e da extensão da rede diplomática, quer quanto aos novos desafios suscitados pelo processo de democratização e por uma decorrente maior aceitação política internacional do país. Dei também destaque às mutações induzidas pela integração europeia e à nova cultura de trabalho multilateral. Mas, muito em especial, notei as virtualidades da expressiva continuidade das grandes linhas da política externa portuguesa e da importância de um país como Portugal dever projetar uma imagem "previsível" perante os seus interlocutores internacionais. E falei, com algum detalhe, da relação entre os políticos e diplomatas.

1 comentário:

Anónimo disse...

Pois entre a Av.de Berna e o Bairro Alto a porcaria no chão é mais que muita. Só na Fontes Pereira de Melo há, entre terrenos vazios e prédios ao abandono 9 espaços disponíveis. Imagine-se isto numa das avenidas que sai da Etoile...Falta imensa sinalização vertical e horizontal. Imaginem um turista que chega a Lisboa e veja uma placa com Pc. Mq. de Pombal, por exemplo. Vejam o piso das ruas e dos passeios. Basta dar a volta ao Quartel-General, em S. Sebastião da Pedreira. Entre São Pedro de Alcântara e a igreja de São Roque, na rua mais poluída de Lisboa, hã um prédio com andaimes hã séculos. Porque não expropriá-lo, deitá-lo abaixo e fazer uma praça? Isto vale para todos os prédios abandonados em Lisboa, que poderiam ser destruídos, transformados em jardins e depois eventualmente darem lugar a construções novas ou restauradas.