O ultimo livro que li do José Maria Eça de Queiroz foi "202, Champs-Elysées" versão francesa lindamente traduzida por Marie-Hélène Piwnik, Gallimard da "A cidade e as Serras". Delicioso... Viva o Eça e viva todos os que me reconciliem com a lingua portuguêsa!
O "nosso" Queiroz, o da escrita, faz cá muita falta. Ao contrário de outros homónimos que em lugar de usar a cabeça, nem os pés sabem treinar. Mas o seu humor, caro Embaixador é, neste caso, finíssimo!
Ah!... sim! :):)
ResponderEliminarO ultimo livro que li do José Maria Eça de Queiroz foi "202, Champs-Elysées" versão francesa lindamente traduzida por Marie-Hélène Piwnik, Gallimard da "A cidade e as Serras". Delicioso... Viva o Eça e viva todos os que me reconciliem com a lingua portuguêsa!
ResponderEliminarCautela: nunca insinuar que um "burro" se pode confundir com um génio!
ResponderEliminarO "nosso" Queiroz, o da escrita, faz cá muita falta. Ao contrário de outros homónimos que em lugar de usar a cabeça, nem os pés sabem treinar.
ResponderEliminarMas o seu humor, caro Embaixador é, neste caso, finíssimo!