quarta-feira, 1 de junho de 2011

As relações económicas entre a França e Portugal

A revista "Portugal Global", editada pela AICEP, publica no seu número de Junho de 2011, que hoje surge a público, um completo dossiê sobre as relações económicas bilaterais entre a França e Portugal. Pode consultar o pdf da revista aqui.

Neste número, publico um artigo intitulado "Diplomacia em tempo de crise", que pode ler na revista ou aqui

3 comentários:

PAL disse...

Exmo. Senhor Embaixador,
Com a perspectiva de oportunidade de negócio na Hungria, chefiei uma pequena comitiva do grupo económico que presido junto das Embaixadas da Hungria em Portugal e de Portugal na Hungria, em 1998. Em ambas, fomos muito bem recebidos, obtendo dados macro e micro-económicos actualizados de inegável valor, assim como detalhes quanto à especifidade das Leis húngaras relativamente ao mercado de trabalho, aos Contratos e Participações societárias. Quando chegámos ao departamento do AICEP (na altura, ICEP), em Budapeste, para ulterior prospecção de mercado, solicitámos junto do seu Director, Joaquim Pimpão (que por lá ainda hoje se mantém), o devido aconselhamento e indicação dos contactos para hipotéticas parcerias e/ou aquisições para IDE. Tínhamos conhecimento que até então, só tinha havido investimentos portugueses naquele país por parte da DanCake e do grupo BES através de uma pequena participação financeira num banco húngaro. Seríamos, portanto, a terceira entidade portuguesa a fazer investimentos no montante de 15M€ naquele país. Qual foi o principal obstáculo à concretização dos nossos planos? O próprio funcionário, o Sr Pimpão. Não nos facultou/indicou tradutor, não nos promoveu encontros com os empresários que nos interessavam mais, faltava (sem pré-aviso) às reuniões agendadas no próprio AICEP, enfim, quando nervoso, até começava a gaguejava em magyar...
A partir daí, o trabalho foi todo nosso e quem tentava saber dos nossos movimentos era o próprio Director! Casado com uma húngara, já com filhos húngaros, enfim, naturalmente estabelecido por lá, quem realmente estaria este senhor a proteger...? E de quê? Uma vergonha, Sr. Embaixador. Com técnicos como este no AICEP, intensifique-se a Diplomacia Económica.
Cordialmente,
Paulo de Abreu e Lima

Jose Martins disse...

Senhor Embaixador,
Boas novas nos chegam dias antes do Dia do Juizo.
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AICEP foi semente lançada em terra seca que nunca germinou.
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Diplomacia Económica... Bem é tempo dos senhores embaixadores mandararem os seus colaboradores,para a rua com a pasta na mão (pracistas) vender o que ainda temos para colocar no estrangeiros.
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E aquele que não produzir mandá-lo (com one way ticket) para o Palácio das Necessidades.
Saudações de Banguecoque
José Martins

Anónimo disse...

Dá que pensar...

Mas é Esperança, Aleluia ... Desculpe citá-lo mas revejo-me na integra e congratulo-me por haver e nos mostrar possibilidades.


"A nossa história não se improvisa.

três linhas de adaptação

"Garantir espaços sustentados de progressão futura de novas linhas de exportação..."

"Promover estágios profissionais cruzados..."

"Potenciar o nosso valor acrescentado nacional de natureza política, como país construtor de pontes e entendimentos..." "In FSC

Citações literais
FSC
Diplomacia em tempo de crise
(Texto publicado na revista "Portugal Global", da AICEP, referente a Junho de 2011)

Citado por
Isabel Seixas